Para quem me conhece sabe que gosto de analisar os relacionamentos e as emoções na outra perspectiva...a perspectiva cientifico-psicológica! Milhares de teses incutem-se na psicologia, e cada vez mais surgem em livros que nos ajudam a compreender e a modificar o nosso modo de pensar.
Quando nos apaixonamos o cérbro regula a libertação de duas substâncias quimicas responsaveis por muitas das emoçoes associadas às primeiras fases da paixão. A primeira é a feniletilamina, que aumenta o nosso humor. Está ainda relacionado ao prazer. Um forte estimulante que explica porque nos sentimos nervosos nas primeiras semanas do romance.
A outra substância química é noradrenalina, responsável pelo aumento da pressão sanguínea e batimento cardíaco, mãos suadas e concentração intensa na pessoa de quem se gosta.
Em relação á "má parte"?! E quando achamos que eles são uns parvalhões, ou que ficamos muito insguras, ou receamos pequenos passos.... Aqui entra a serotonina, a substancia da felicidade. Quando nos apaixonamos níveis de serotonina podem diminuir. Se uma amiga tua está obcecada em descrever a personalidade maravilhosa de quem gosta, isto deve-se à concentração do nível de interesse compulsivo também provocado pela mesma. Explica ainda porque nos sentimos inseguros e susceptíveis a esse parvo, e por pensarmos que ele nao vai telefonar, que não é a pessoa certa para nós, e que pensamos fantasiar uma paixão que só existe na nossa imaginação. É um verdadeiro cocktail! Não quer dizer que seja verdade o que pensas, é apenas receio!
Bem, este é so um paso para ajudar a compreender algumas das nossas emoções mas como disse Pascal " O coração tem razões que a própria razão desconhece!"
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1 comentário:
"O coração tem razões que a própria razão desconhece!"
Por acaso, sempre me interessou esse aspecto do nosso ser. Quando nos apaixonamos, raramente conseguimos deixar de ter um prismo especial e peculiar relativamente ao nosso mais que tudo. Custa a acreditar que o nosso cérebro e essas 2 substânticas regulam todo esse processo. Faz-nos realmente pensar em como o ser humano é vdd complexo!
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